A qualidade e a excelência na Educação Superior são debatidas na UFRGS

A qualidade e a excelência na Educação Superior são debatidas na UFRGS

 

A UFRGS tem tido uma política forte e concreta em termos de internacionalização acadêmica reconhecida tanto pelo Ministério da Educação como por organismos de outros países. Sediar o primeiro dos encontros promovidos pelo Conselho Britânico sobre “Qualidade e excelência na educação superior” no Brasil é uma das consequências desse movimento. Ressaltando a importância da oportunidade de fazer uma discussão estratégica sobre a questão da avaliação nacional e internacional, acreditação e rankings, o reitor Carlos Alexandre Netto saudou os participantes do evento que começou na manhã desta quarta-feira na Sala II do Salão de Atos da Reitoria.

A iniciativa faz parte da série Global Education Dialogues, do British Council, que tem instigado em mais de 20 países o debate sobre as tendências mais importantes e inovadoras da educação superior no mundo. O primeiro a se manifestar foi o diretor de Educação e Sociedade do Conselho promotor do evento, Claudio Anjos, que falou sobre a importância de sua realização na UFRGS e, posteriormente, fez uma apresentação detalhada das oportunidades de cooperação entre o Brasil e o Reino Unido.

Integrando a mesa de abertura, o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação do Brasil Paulo Speller lembrou que o Brasil tem se empenhado nos últimos anos de maneira muito decidida na internacionalização da sua educação superior e citou como exemplo o programa Ciência sem Fronteiras. Comentou que o programa tem um contingente muito expressivo de estudantes e pesquisadores brasileiros no Reino Unido e “estamos prestes, neste final de ano, a atingir a meta de 101 mil mobilidades na graduação, na pós-graduação e na pesquisa”.

Com a presença de representantes das principais agências britânicas e brasileiras, o encontro prevê também discutir o impacto da internacionalização na avaliação de qualidade nas instituições e a força dos rankings globais para as instituições e para a sociedade. Em sua manifestação, o ministro conselheiro da Embaixada Britânica em Brasília Wasim Mir destacou o notável crescimento de parcerias entre o Reino Unido e Brasil em termos de educação superior. “Reconhecemos que o Brasil, nos últimos anos, deu grandes passos no sentido da internacionalização de suas universidades, o que também beneficia a sua sociedade, porque o intercambio de milhares de estudantes e pesquisadores com instituições do exterior inevitavelmente muda a maneira de ver o mundo e de atuar na sua própria comunidade”, esclareceu. Mir salientou, também, que o Reino Unido é o segundo destino mais procurado pelos participantes do Ciência sem Fronteiras, só superado pelos Estados Unidos, com dez mil jovens.

Apesar de ter sido o dado mais apresentado na abertura, o reitor explicou que, às vezes, há certa confusão entre a parte e o todo. “Não podemos reduzir a internacionalização à mobilidade acadêmica, que é parte importante, mas não o todo. A internacionalização exige a verdadeira parceria estratégica entre as instituições e esta se dá através de projetos conjuntos, sejam de pesquisa ou de intervenção sobre a realidade, sejam cursos compartilhados.” Concluiu dizendo que é através desse compartilhamento de ações, “que vai muito além da mobilidade que dele faz parte, que se produz a internacionalização real, com efeitos tangíveis, e a que queremos para a nossa Universidade.”

Painéis do turno da tarde também destacaram os desafios para a construção da excelência nas universidades. Promovido pela UFRGS e pelo British Council, encontro abordou, na parte da manhã, oportunidades de cooperação entre Brasil e Reino Unido e o valor da qualidade na experiência acadêmica.

O tema dos rankings foi abordado pela diretora de Pesquisa do QS Ranking (Reino Unido), Baerbel Eckelmann, e pelo jornalista Estêvão Gamba, responsável pelo Ranking Universitário Folha (RUF), do jornal Folha de São Paulo. Os dois apresentaram as metodologias e os indicadores usados para formulação das listas, além dos principais desafios encontrados na elaboração dos rankings. O levantamento da QS leva em consideração 863 instituições de ensino superior de 81 diferentes países. Baerbel destacou que o resultado deste trabalho exerce impactos importantes tanto nas discussões de políticas de educação, como dentro das próprias instituições pesquisadas, no nível das escolhas individuais dos estudantes e ainda nas decisões dos recrutadores de profissionais. Segundo ela, as universidades têm, nas informações disponibilizadas pelos rankings, possibilidade de, por exemplo, analisar seus pontos fracos. O RUF analisa os dados de 193 universidades brasileiras e de 40 cursos superiores. Segundo Estêvão, os indicadores usados para elaboração do ranking são constantemente avaliados. Ele adiantou que para o próximo ano o RUF contará com um novo indicador: número de bolsistas participantes do Programa Ciência sem Fronteiras.

O secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Paulo Speller, foi um dos debatedores do painel. Segundo ele, os rankings são muito bem-vindos, mas deve-se pensar na utilidade destes levantamentos. Ao afirmar que os rankings brasileiros são mais relevantes por usar indicadores pertinentes à realidade brasileira, o secretário destacou o papel das universidades no desenvolvimento do País.

O painel de encerramento reuniu todos os debatedores do dia, com a moderação do reitor Carlos Alexandre Netto, que propôs uma discussão sobre os caminhos para a construção da reputação acadêmica. Baerbel, da QS, destacou a necessidade de a instituição comunicar o que faz, “divulgar em que é excelente”. Stephen Jackson, diretor de Avaliação de Qualidade da Quality Assurance Agency (QAA), disse que a construção da reputação acadêmica necessita de muito tempo, e que um dos caminhos é o foco no que é importante para a universidade, opinião compartilhada pela coordenadora da área de Saúde Pública da CAPES, Rita Barata. “Não é possível uma universidade fazer tudo em todas as áreas. Temos de ter foco para ter lugares de excelência”, disse.

Texto: Comunicação UFRGS

Foto: Gustavo Diehl (UFRGS)

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