Educação a distância e sistema de monitoramento em pauta no Conselho Pleno da Andifes

Educação a distância e sistema de monitoramento em pauta no Conselho Pleno da Andifes

O Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) se reuniu na manhã desta quinta-feira (28) na sede da Associação, em Brasília.

As políticas de Educação a Distância (EAD) foram o primeiro ponto de pauta, com a palestra do Secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC) Carlos Bielschowsky. Ele apresentou a Plataforma Freire, um sistema online que prevê o cadastro dos professores da rede pública, para mapear as demandas a serem contempladas no Plano Nacional de Formação de Professores.

Pelo sistema, é informado o perfil dos professores, o que permite planejar a oferta de vagas de acordo com as necessidades reais. Aí está, segundo o secretário, a importância do planejamento estratégico, que será feito primeiro pelas secretarias estaduais, e depois repassado às universidades, parceiras no plano de formação, oferecendo os cursos aos docentes.

Na sequência, o reitor João Luiz Martins (Ufop), presidente da Comissão de Educação a Distância da Andifes, apresentou o relatório da Comissão, com um modelo de alocação de vagas desenvolvido em conjunto com a Comissão de Orçamento. O modelo explica a distribuição de 1.800 vagas aprovadas para contratação de docentes e 1.000 para contratação de técnicos. O reitor João Luiz explicou os critérios e as variáveis levadas em conta na distribuição, e o modelo foi aprovado pelo Pleno.

Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle
Ainda na reunião do Pleno, a diretora de Desenvolvimento do Ensino Superior do MEC Adriana Rigon Weska apresentou o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério, o Simec. Acompanhada do técnico do MEC Cristiano Cabral, que explicou o funcionamento do sistema, a diretora enfatizou a necessidade das universidades manterem os dados sempre atualizados, o que permite uma maior agilidade na liberação de recursos e no controle da execução de obras.

Sobre a execução orçamentária, Adriana Weska adiantou que o MEC não fará nenhuma descentralização se as universidades não comprovarem, com um plano de trabalho e projetos, que vão empenhar e executar todo o recurso em 2009. A diretora pediu pelo empenho dos recursos de custeio do Reuni e pela atualização dos dados, preocupada com o remanejamento de recursos que pode ocorrer internamente no MEC, no mês de junho.

 

 

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