Entrevista Ministro Henrique Paim: ‘A demanda de assistência é crescente’

Entrevista Ministro Henrique Paim: ‘A demanda de assistência é crescente’

Para o Ministro da Educação, Henrique Paim, as obras nas federais andam no ritmo espe­rado. O próximo passo será estabelecer projetos conforme avocação das instituições.

• Foi mantida a qualidade na ex­pansão da rede federal?

O processo de expansão não é simples, exige não só a capaci­dade de gestão da universida­de, mas também envolve nego­ciação com comunidade acadê­mica, com contratação de no­vos professores e construção de projeto pedagógico. Mes­mo fazendo planejamento, sempre há possíveis altera­ções na implementação e isso cria dificuldades. Se formos ver do ponto de vista de in­fraestrutura, é a mesma coisa.

Muitas vezes um terreno pode ter problema.

• É razoável ter quase 30% das obras ainda em andamento?

Nós temos quase 6 mil obras entre concluídas e em execu­ção. E um conjunto muito grande. Há câmpus antigos que precisavam de reformas, novos laboratórios. Esses 30% estão dentro do esperado, por­que a execução tem complexi­dade. Mas o programa do pon­to de vista de resultado teve avanço significativo. E muito expressivo ter triplicado o nú­mero de vagas em pouco mais de dez anos.

• A Andifes calcula que seria ne­cessário R$ 1,5 bilhão para assis­tência estudantil, enquanto o MEC gasta R$ 750 milhões. É possível chegar a esse valor?

A demanda de assistência é crescente, mas estamos falan­do de uma ação que começou com R$ 100 milhões em 2008 e hoje passou de R$ 700 mi­lhões. A mudança do perfil exige que tenhamos melhoria no atendimento dos restauran­tes, da biblioteca, da residên­cia. Mas ainda não temos co­mo dimensionar quanto va­mos precisar, o que temos de fazer é continuar ampliando.

E a necessidade por isso é re­flexo do sucesso da política.

• Dá para ampliar ainda mais a rede federal?

A expansão é importante. Mas precisamos estabelecer no fu­turo que universidades te­nham projetos de acordo com suas características, vocações. Em casos como da UFMG, UFRGS e UFRJ, por exemplo, elas podem se tornar universi­dades de classe mundial, man­tendo os recursos em nível elevado. Por outro lado, há instituições que estão se con­solidando. A Universidade do Acre, por exemplo, completou 50 anos e só no ano passado criou seu primeiro doutorado. O sistema não é homogêneo e precisamos ter projetos de acordo com sua expansão, al­go que a Andifes e o MEC tem pensado. / p.s.

Paulo Saldanha – Estadão

 

 

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