MCTIC firma acordo de cooperação para gerenciamento do navio Vital de Oliveira

MCTIC firma acordo de cooperação para gerenciamento do navio Vital de Oliveira

Novo modelo vai gerar mais eficiência na utilização da embarcação, que é uma das melhores plataformas de pesquisa científica no Oceano Atlântico.

MCTIC firma acordo de cooperação para gerenciamento do navio Vital de Oliveira

O acordo prevê a criação de um comitê gestor, um comitê científico e um corpo consultivo de cientistas. Foto: Ascom/MCTIC

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marinha do Brasil, Petrobrás, Vale e Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) assinaram nesta quarta-feira (29), no Rio de Janeiro, um acordo de cooperação para o gerenciamento compartilhado, o que inclui custos de manutenção e de uso, do Navio de Pesquisas Hidroceanográfico Vital de Oliveira. O acordo prevê a criação de um comitê gestor, um comitê científico e um corpo consultivo de cientistas, que funcionarão como consultores ad-hoc. O objetivo é melhorar o gerenciamento, permitindo que o navio continue a servir como instrumento de apoio à ciência brasileira.

“O acordo representa a possibilidade de termos segurança e continuidade nas pesquisas. O modelo de governança vai trazer mais eficiência ao uso do navio, reduzindo custos e permitindo avançar com mais rapidez em diversas áreas na ciência e inovação”, afirmou o ministro Gilberto Kassab. “Temos a nossa Amazônia Azul, essa riqueza inexplorada com um potencial muito grande de contribuição para o desenvolvimento do país e para a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.”

Para o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, a operação de um navio moderno como o Vital de Oliveira é fundamental para dar suporte e garantir a presença da comunidade científica brasileira no mar. “O Brasil tem um dos mais extensos litorais do mundo e o mar guarda importância estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país.”

O navio Vital de Oliveira é uma das melhores plataformas de pesquisa científica no Oceano Atlântico. Conta com equipamentos de ponta, cinco laboratórios e um Veículo de Operação Remota (ROV) para operar a até 4 mil metros de profundidade. Com capacidade para embarcar até 60 cientistas, a embarcação permite a realização de pesquisas relacionadas a mudanças climáticas, economia da pesca, geologia e outras áreas.

Fonte: MCTIc

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