MEC cria comissão para acompanhar expansão nas universidades federais

MEC cria comissão para acompanhar expansão nas universidades federais

A Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação criou uma comissão para acompanhar o programa de expansão das universidades federais. Em portaria publicada na edição desta terça-feira (24) no `Diário Oficial da União`, a secretaria determinou que a comissão será composta de seis pessoas.

Dois são membros da União Nacional dos Estudantes (UNE): Daniel Iliescu, presidente da entidade, e Yuri Pires. A comissão conta ainda com dois representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes): o presidente, João Luiz Martins, e a suplente do segundo vice-presidente, Maria Lúcia Cavalli Neder.

Além disso, dois funcionários do próprio MEC foram nomeados membros da comissão.
De acordo com a portaria, a comissão está `incumbida de acompanhar as ações do Ministério da Educação com vistas à consolidação do processo de expansão das universidades federais e de tratar dos assuntos estudantis correlatos ao tema`. O documento não detalhou as funções específicas do grupo.

Expansão e Reuni
Em 2003, o governo federal deu início ao Programa Expansão Fase I, com enfoque na construção de campi de universidades e institutos já existentes no interior dos estados brasileiros, além da criação de novas universidades e institutos.

Já o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) foi criado em 2007 com o objetivo de criar `condições para que as universidades federais promovam a expansão física, acadêmica e pedagógica da rede federal de educação superior`.

Entre 2002 e 2010, de acordo com dados do MEC, o número de campi das universidades e institutos pulou de 288 em 234 municípios para 628 campi em 551 cidades. A previsão até 2014 é de criar 255 novos campi –208 deles de institutos federais– em 247 cidades.

Segundo documento do ministério datado de 2008, entre 2003 e aquele ano, os dois programas tiveram aporte de R$ 1,6 bilhão do governo federal, além da criação de mais de 15 mil postos de trabalho –6.355 vagas para técnicos administrativos e 9.489 vagas para professores.

Apesar dos números expressivos, servidores federais criticam a velocidade da expansão, que, segundo eles, não foi acompanhada da manutenção da qualidade do ensino e das condições de trabalho.

De acordo com, Marina Barbosa, primeira-secretária do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) a expansão foi feita `de modo irresponsável sem qualidade` e o resultado foi `uma condição insuportável da situação` dentro das instituições.

Ela afirmou que a massiva adesão dos professores à paralisação nacional de docentes, iniciada em 17 de maio, é um reflexo desta insatisfação. `A força dessa greve é que chegamos num limite dentro das instituições, a carreira desestruturada gerou insatisfação e não foi possível mais segurar uma reação`, disse Marina ao G1 no último dia 16.

 

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