Nove médicos formados no exterior conseguem validar diploma na UFMT

Nove médicos formados no exterior conseguem validar diploma na UFMT

Processo de revalidação da UFMT neste ano teve mais de 700 inscrições. Dentre os aprovados estão seis bolivianos, um peruano e dois brasileiros.

Nove profissionais médicos formados no exterior obtiveram a validação do diploma por meio do processo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) deste ano. O resultado consta da página oficial da instituição, que recebeu 746 inscritos interessados em homologar certificados de medicina de instituições estrangeiras.

Dentre os aprovados, seis são da Bolívia, país que tradicionalmente mais envia candidatos a revalidação de diplomas na UFMT, dada a proximidade. No ano passado, a instituição recebeu 937, sendo 508 de bolivianos. Desta vez, foram 476 inscrições de médicos graduados em 15 faculdades da Bolívia. No processo deste ano, apenas seis profissionais foram aprovados e somente um era boliviano. Os demais são um peruano e dois brasileiros formados no exterior.

Ao todo, o processo teve inscrição de graduados de 22 países do mundo. Depois da presença majoritária dos bolivianos, os mais numerosos são os inscritos de Cuba e Paraguai – 66 de cada um desses países, que também apareceram em 2012 com grandes contingentes de diplomas para revalidação na UFMT. A lista de países latino-americanos segue com países como Argentina, Colômbia, El Salvador, Equador, Honduras, México, Nicarágua, Peru, Uruguai e Venezuela.

Para ter o diploma estrangeiro revalidado pela UFMT, o candidato deve passar por duas baterias de testes, escritos e práticos. A pontuação necessária é de no mínimo 60 pontos para cada prova.

Os que não obtêm esse resultado podem tentar a terceira etapa do exame, que seleciona graduados para um programa de estágio que pode promover a revalidação do certificado de medicina. Neste ano, cinco candidatos obtiveram aprovação para o estágio.

‘Esculápio’

Os diplomas de medicina de faculdades bolivianas foram alvo de investigação recente da Polícia Federal (PF), iniciada após denúncias da própria UFMT. Denominada “Esculápio”, a operação resultante das investigações teve como alvo um esquema de pessoas que tentavam ingressar no exerício da medicina no Brasil com diplomas obtidos mediante fraude em instituições de ensino bolivianas. Duas pessoas investigadas chegaram a conseguir adentrar no mercado de trabalho como médicos ilegalmente em dois estados do país.

A UFMT havia detectado incongruências em 41 diplomas bolivianos. Na maior parte, as datas de conclusão dos cursos de medicina não eram compatíveis com as datas de início dos cursos de acordo com o tempo necessário de formação. Por exemplo, alguns candidatos afirmavam terem obtido diplomas numa data anterior ao início do período de residência médica. Em outros casos, o histórico escolar apresentado não era compatível com a data alegada de início do curso superior.

Detectado o problema, logo a UFMT barrou o avanço dos 41 candidatos no processo de revalidação do diploma e informou o caso ao Ministério Público Federal (MPF), à PF e ao Ministério da Educação (MEC).

 

Renê Dióz – MT

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