Por ‘top 50’ mundial, medicina da USP terá testes internacionais

Por ‘top 50’ mundial, medicina da USP terá testes internacionais

Estudantes de medicina da USP serão avaliados por grupo de especialistas internacionais no segundo, quarto e sexto ano. Caso não se saiam bem, vão repetir o exame. Também terão mais aulas práticas em hospitais.

A proposta, inspirada em escolas americanas, integra uma série de mudanças curriculares que têm sido discutidas na centenária Faculdade de Medicina da USP e devem vigorar a partir de 2015.

Representantes de faculdades médicas americanas e canadenses já fizeram duas visitas à USP, entrevistando alunos e professores.

Entre as propostas está a ampliação do internato de dois para três anos. Nessa última fase do curso, o aluno passa por treinamento por diferentes serviços do hospital.

Está sendo estudada ainda a unificação de disciplinas básicas e clínicas e medidas para maior fluência do inglês.

Tudo isso com um objetivo: figurar a FMUSP entre as 50 melhores do mundo. Hoje ela está entre 100ª e a 150ª posição nos principais rankings.

No RUF (Ranking Universitário Folha), publicado segunda-feira, o ensino no curso de medicina da USP só perde para o da Unifesp porque seus alunos não fizeram o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes).

Segundo José Otávio Costa Auler Júnior, vice-diretor da faculdade, as mudanças vão possibilitar intercâmbios com universidades no exterior.

“O atual currículo é muito engessado. Nosso estudante quando vai para fora não consegue os créditos correspondentes das disciplinas.”

Uma das queixas dos alunos é o excesso de disciplinas teóricas dissociadas das clínicas. Na Universidade de Michigan (EUA), por exemplo, o estudo de anatomia é feito no setor de radiologia.

“Fica mais fácil entender a reconstrução anatômica por meio de uma imagem tomográfica do que olhando para uma peça isolada do corpo humano”, diz Auler, que discute incluir essa inovação na mudança curricular.

Segundo ele, novas tecnologias precisa ser incorporado ao ensino. “A comunidade estudantil quer participar mais da formação.”

Para Milton Arruda Martins, professor de clínica médica da USP, a concentração de disciplinas básicas e clínicas deve otimizar o tempo do aluno e evitar repetições.

Mas as propostas já enfrentam resistências. Professores temem perder espaço com a mudança curricular. “Tirar as pessoas da zona de conforto incomoda”, diz Martins.

 

 

Cláudia Collucci – Folha de São Paulo

 

 

 

 

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