UFAC – Engenharia Florestal obtém reconhecimento do MEC

UFAC – Engenharia Florestal obtém reconhecimento do MEC

Curso de Cruzeiro do Sul recebe conceito 4 do Inep; campus Floresta tem todos os cursos regulamentados

O curso de Engenharia Florestal do campus Floresta, da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Cruzeiro do Sul, foi reconhecido, recentemente, pelo Ministério da Educação (MEC). O curso recebeu o conceito 4 em uma escala de avaliação que vai de 1 a 5.

O processo de reconhecimento do curso foi aberto ainda em 2012 e, desde então, vinha seguindo as etapas administrativas. A avaliação local, última etapa do processo, foi realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entre os dias 29 de outubro e 1 de novembro deste ano.

Para a pró-reitora de Graduação, Aline Nicolli, o ato de reconhecimento do curso reflete a qualidade das graduações que são ofertadas pela Ufac. “O conceito 4 é mais do que satisfatório; é um conceito que nos interessa e demonstra que estamos no caminho certo”, disse. “Temos um corpo docente qualificado, publicações, produções e projetos político-pedagógicos adequados.”

O campus Floresta, com esse resultado de Engenharia Florestal, passa a ter todos os seus cursos regulamentados e com os atos de reconhecimento e renovação válidos.

Para Aline, esse resultado da avaliação do curso de Engenharia Florestal tem dois significados: “O primeiro é referente a excelência do curso, que faz um bom trabalho e garante boa formação; o segundo é que todos os cursos ofertados no campus Floresta estão dentro da regularidade e atendem aos critérios de avaliação e regulação do MEC e do Inep. É o resultado do trabalho de muitos atores.”

O diretor do Centro Multidisciplinar do campus Floresta, Reginaldo Assêncio Machado, destacou o empenho de professores e do coordenador do curso, Givanildo Ortega, no processo de reconhecimento do curso.

“Sabemos que a universidade, como um todo, vem num processo de construção em ritmo acelerado e todos os cursos estão acompanhando o que a gestão superior espera de cada um deles; o curso de Engenharia Florestal não é diferente”, afirmou Machado. “Os envolvidos não mediram esforços para tornar o curso cada vez mais adequado e suficiente para formação do engenheiro florestal.”

O coordenador do curso, Givanildo Ortega, está no cargo há pouco menos de um ano. Ele acredita que esta nota 4 no conceito de avaliação do MEC servirá como um incentivo aos alunos. “Contribui para o reconhecimento do trabalho desenvolvido no curso e é um incentivo maior para que os alunos estejam se engajando mais na causa da Engenharia Florestal.”

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