UFRRJ – Fórum de Internacionalização traz perspectivas à comunidade acadêmica

UFRRJ – Fórum de Internacionalização traz perspectivas à comunidade acadêmica

Entre os dias 22 e 23 de novembro, ocorreu o I Fórum de Internacionalização da UFRRJ, no câmpus Seropédica. O evento foi organizado pela Coordenadoria de Relações Internacionais (Corin), com o intuito de apresentar à comunidade acadêmica parcerias firmadas pela a Universidade e oportunidades de estudos no exterior.

A mesa de abertura contou com a presença do reitor Ricardo Berbara, do coordenador da Corin José Luis Luque, do professor do curso de Relações Internacionais Luiz Felipe Osório e da representante Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) Ana Maria D’Ávila.

O primeiro dia foi marcado pelo debate sobre o programa Idiomas sem Fronteiras e pela exposição de experiências intercambistas por estudantes da Rural que estiveram em outros países.

De acordo com a assessora técnica da Corin, e uma das organizadoras do evento, professora Shana Mattos (DMIV/IV) , a ideia do Fórum surgiu há cinco meses para mostrar oportunidades de internacionalização tanto para alunos, professores e  técnicos-administrativos. “Acho que ainda é muito mistificado. Pouca gente sabe o que é. Muitos acham que é sair do país para passear ou que só algumas pessoas conseguem fazer isso”, explica a professora.

No segundo dia, houve uma mesa-redonda sobre cooperação internacional, com Maria Júlia Torres, do DAAD (Alemanha); Aline Marttelo, da Campus France, Stella Miraglia, da Education USA, Inmaculada Fernández, da Embaixada da Espanha e Sebastian Zumbühl, da Swissnex Brazil. Ao final do evento,  as entidades montaram stands para que os estudantes pudessem conhecer melhor as oportunidades de cada área.

Para Shana Mattos, além do trabalho da equipe da Corin, a participação de alunos de graduação na organização, a maioria de Relações Internacionais, contribuíram para o sucesso do evento, tanto na recepção dos ouvintes quanto dos palestrantes. “Todos estão saindo daqui e dizendo que se sentiram em casa”, conclui.

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