UFSC – Estudo internacional avalia aspectos psicológicos e comportamentais da pandemia de Covid-19

UFSC – Estudo internacional avalia aspectos psicológicos e comportamentais da pandemia de Covid-19

O Laboratório de Neuropsicologia Cognitiva e Escolar (Lance) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) colabora em um estudo internacional sobre aspectos psicológicos e comportamentais em meio à pandemia de Covid-19. No âmbito da UFSC, o trabalho é coordenado pela professora do Departamento de Psicologia Chrissie Ferreira de Carvalho e a aluna de iniciação científica Victoria Oldemburgo de Mello. “É possível que a colaboração resulte no maior estudo multicêntrico já feito no campo da psicologia moral”, destacam as pesquisadoras.

A pesquisa foi idealizada pelo professor Jay Van Bavel, do departamento de Psicologia da New York University (NYU), conta com diversos pesquisadores e está sendo aplicada em 61 países. No Brasil, a colaboração entre pesquisadores da UFSC e da Universidade Presbiteriana Mackenzie — liderada pelo professor do Laboratório de Neurociência Cognitiva e Social Paulo Sérgio Boggio — promete coletar dados de uma amostra representativa de pelo menos mil brasileiros.

O objetivo do estudo é analisar como variáveis locais e culturais influenciam na maneira como as pessoas vivenciam a atual pandemia. A pesquisa conta, por exemplo, com perguntas sobre como os hábitos de higiene das pessoas mudaram ao longo da pandemia e o quanto elas acreditam em teorias conspiratórias. Ao final, espera-se encontrar relações entre aspectos culturais, econômicos, políticos, sociais e mudanças de atitudes e comportamentos.

As pesquisadoras reiteram a importância de a comunidade participar ativamente dessa pesquisa respondendo ao formulário. As respostas ajudarão a compreender melhor como a pandemia do coronavírus tem afetado nossas vidas, inclusive levando em consideração diferenças culturais. Para participar, é preciso ter 18 anos ou mais e disponibilizar de 15 a 20 minutos para preencher o questionário. “Suas respostas terão um valor inestimável para a ciência”, enfatizam as responsáveis pelo estudo.

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