UnB coordena pesquisa independente que avaliará Programa Mais Médicos

UnB coordena pesquisa independente que avaliará Programa Mais Médicos

Estudo quer analisar a eficácia da medida governamental e examinar as condições de oferta dos serviços de saúde à população. Especialistas de todo o país participam do projeto

Começou nesta quarta-feira (19) a pesquisa intitulada Análise da efetividade da iniciativa Mais Médicos na realização do direito universal à saúde e na consolidação das Redes de Serviços de Saúde. O estudo, coordenado pela professora Leonor Maria Pacheco Santos, do Departamento de Saúde Coletiva da UnB, busca, principalmente, mapear a distribuição dos médicos vinculados ao programa pelo país, verificar o percentual de municípios atendidos em relação à demanda por serviços de saúde, além do tempo de permanência e rotatividade dos médicos em cada cidade.

“Vamos analisar a efetividade da iniciativa Mais Médicos no Brasil, considerando a oferta de serviços de saúde, a evolução dessa oferta e a utilização pela população”, conta Leonor Pacheco. A pesquisadora explica que, além do estudo quantitativo, no qual serão utilizados dados do sistema de informação do Ministério da Saúde, serão realizadas visitas em cidades que receberam o Programa Mais Médicos. “Na região Norte, já selecionamos 12 municípios, e no Nordeste vão ser 14, porque são as que receberam o maior número de médicos”, diz Leonor.

O trabalho in loco ocorrerá anualmente, durante três anos. Serão recrutados pesquisadores locais para conduzir entrevistas com gestores e profissionais da área da saúde. “Queremos saber como esses médicos estão se integrando nas unidades, se modificaram a situação da saúde na região”, conta a professora da UnB. De acordo com ela, serão verificadas ainda as condições de trabalho dos profissionais e se as unidades de saúde estão equipadas.

Serão emitidos relatórios semestrais ao Ministério da Saúde e à imprensa. “Queremos retroalimentar o programa através dos dados que obtivermos e contribuir, na medida do possível, com discussões junto aos gestores”, diz Leonor. Os índices de internação e mortalidade decorrentes de doenças tratáveis na atenção primária à saúde também serão considerados. “É o caso de diabetes, hipertensão, doenças que seriam tratadas sem necessidade de internação se houvesse um bom atendimento na atenção básica. Vamos verificar se há uma diminuição de internações”, explica a docente da UnB.

De acordo com a professora, os ministérios da Saúde e da Educação já fazem um monitoramento do programa e concordaram com um levantamento autônomo. “Os gestores do Ministério da Saúde estarão em contato direto conosco para informarmos o que estamos encontrando na pesquisa de campo e, na medida do possível, corrigir distorções”, conta Leonor.

PARTICIPANTES – Cerca de 20 pesquisadores com estudos na área de saúde integram o projeto. São especialistas das universidades federais de Brasília (UnB), Bahia (UFBA), Rio Grande do Sul (UFRGS), Espírito Santo (UFES), Pará (UFPA), Minas Gerais (UFMG) e da Escola Superior de Ciências da Saúde do Distrito Federal (ESCS). A professora Leonor explica que a escolha dos participantes levou em conta a expertise dos professores e a localização geográfica. “Na área de epidemiologia, há um grupo forte que estuda dados secundários, e temos ainda especialistas em pesquisa qualitativa”, conta a docente da UnB.

O levantamento terá duração de três anos e conta com aporte de R$ 930 mil do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Recursos provenientes da chamada pública nº 41/2013, destinada a apoiar projetos de pesquisa científica e tecnológica voltados à área de políticas de saúde, que contribuam com a produção de conhecimento para a efetivação do direito universal à saúde.

 

Vivian Palmeira – Da Secretaria de Comunicação da UnB

 

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