Unipampa: Aluno relata experiência de estudar e pesquisar em universidade canadense pelo programa Ciência Sem Fronteiras

Unipampa: Aluno relata experiência de estudar e pesquisar em universidade canadense pelo programa Ciência Sem Fronteiras

O acadêmico Wellinghton de Medeiros Barros, do sétimo semestre do curso de Fisioterapia da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Uruguaiana, estudou na Western Ontario University na cidade de London, Canadá, através do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). Entre os meses de novembro de 2012 e maio de 2013, o bageense de 22 anos trabalhou com pesquisa científica sobre a doença de Parkinson, dentro do Neuroscience Research Laboratory da universidade canadense.

Motivado por uma formação mais sólida, completa e ampla, Wellinghton conta que se inscreveu no CsF acreditando que a experiência de realizar os estudos e pesquisas fora do país são muito interessantes e válidas para o aluno que procura pela excelência acadêmica. O aluno do Campus Uruguaiana – que sempre se interessou em realizar alguma graduação na área da saúde e viu no curso de Fisioterapia da UNIPAMPA uma oportunidade de concretizar esse desejo – escolheu a Western Ontario University pelo seu renome e prestígio na área das Ciências Biológicas/da Saúde.

Na UNIPAMPA, Wellinghton integra o Grupo de Pesquisa em Fisiologia Humana (GPFis), coordenado pela professora Pâmela Billig Mello Carpes, e já participou de projetos de ensino, pesquisa e extensão e como monitor de ensino em Fisiologia Humana nos cursos de Enfermagem e Fisioterapia.

-Todas estas ações e projetos desenvolvidos dentro do grupo me ajudaram a compreender melhor sobre os processos fisiológicos que acometem indivíduos saudáveis, bem como a aprendizagem e o despertar do gosto pela pesquisa científica – explica o acadêmico, que também atuou no projeto de extensão Uso de tecnologias da informação e comunicação para difusão da fisiologia humana no contexto escolar e comunitário através da capacitação docente.

Wellinghton considera que o curso de Fisioterapia o preparou para conquistar a vaga no Ciência sem Fronteiras e ressalta que “os estudos e aprendizados construídos dentro do GPFis me ajudaram e prepararam para realizar este intercâmbio”. Com a expectativa de conhecer uma nova cultura, ter um maior contato com a língua inglesa, ampliar a rede de contatos e aprender novas linhas de pesquisas, o acadêmico embarcou para o Canadá e colocou em prática o tempo de estudo do idioma inglês.

– Como o Canadá é um país extremamente multicultural, que agrega pessoas de diversas nacionalidades, acredito que, além de todas as pesquisas e conhecimentos aprendidos na universidade, a maior experiência que tive neste período foi a de saber conviver com diferentes culturas e hábitos que estas pessoas de diferentes países trazem consigo – afirma Wellinghton.

Com os planos de terminar a graduação em Fisioterapia e, após isso, dar continuidade aos estudos em um mestrado acadêmico, Wellinghton conclui que a oportunidade de estudar e se especializar no exterior através de uma graduação-sanduíche do Ciência sem Fronteiras “é de extrema importância ao acadêmico que almeja ter uma formação mais plena e consistente na sua graduação e, assim, ter um melhor futuro profissional”.

Acadêmico realizou pesquisas relacionadas à genes que causam a doença de Parkinson

Sob a orientação da professora Susanne Schmid, Wellinghton de Medeiros Barros trabalhou com pesquisa científica sobre a doença de Parkinson, dentro do Neuroscience Research Laboratoy na Western University. Assim que chegou à universidade, o acadêmico fez dois cursos obrigatórios para lidar com manejo de animal experimental.

– Considero estes cursos bastante válidos para a minha formação, pois eles ainda me são uteis para trabalhar com diferentes pesquisas realizadas aqui na UNIPAMPA – explica.

Com a recente descoberta de vários genes que causam a doença de Parkinson, como o gene LrrK2, Wellinghton desenvolveu uma pesquisa com uma estudante de mestrado para avaliar, dentre outros aspectos, os déficits cognitivos e motores causados por esta doença em em ratos geneticamente modificados com essa doença, de diferentes faixas etárias:

– Essa pesquisa se faz importante para que possamos entender melhor sobre essa patologia e, assim, para que futuros tratamentos sejam criados para amenizar os problemas causados pela doença de Parkinson em seres humanos.

Com alguns resultados que obteve em seus experimentos, Wellinghton apresentou o trabalho Cognitive abilities of a transgenic LRRK2 Rat Model of Parkinson Disease em dois eventos na cidade de London em março deste ano: primeiramente no 26th Annual Western Research Forum, que aconteceu no dia 13 de março no University Community Centre (localizado dentro da Western University), e depois no London Health Research Day, que aconteceu no London Convention Centre no dia 19 de março deste ano.

 

Ascom Unipampa

 

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