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CGTIC Andifes recebe secretária da SESu em reunião

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Os profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) estão entre os mais procurados atualmente, e o mercado para eles talvez seja o mais aquecido em todo o planeta. Com a crescente informatização, os especialistas desta área são essenciais para o funcionamento de quase todas as atividades humanas e as universidades federais hoje não são exceção. Mas gerenciar e tornar a carreira nas universidades atrativa para estes profissionais é um desafio, e este foi um dos principais temas debatido na reunião do Colégio de Gestores de Tecnologia da Informação e Comunicação das IFES (CGTIC), realizada na sede da Andifes, em Brasília, nos dias 28 e 29 de março.

“A diáspora que temos assistido dos profissionais de TIC das universidades migrando para o mercado privado ou a dificuldade que temos observado de preencher vagas abertas nesta área nas nossas instituições é um problema absolutamente grave. Por isso, agradeço o convite para que possamos trabalhar juntos e avançar nas demandas principais da área junto ao governo, pois, hoje, a TIC é uma área extremamente estratégica para qualquer universidade e todos os reitores e reitoras sabem disso”, afirmou o presidente da Andifes, reitor Ricardo Marcelo Fonseca (UFPR), em fala na abertura da reunião.

Para Andrés Menéndez, coordenador nacional do CGTIC, a TI e seus profissionais têm ganhando muito impulso nos últimos anos. “Se por um lado ficamos felizes porque os técnicos podem ter uma valorização, por outro lado, para o gestor, há cada vez mais dificuldade de reter os talentos. Os melhores talentos estão indo para o mercado, que está bastante aquecido. Já debatemos esse tema há mais de um ano e temos, inclusive, um grupo de trabalho focado em avaliar como podemos melhorar os salários dos nossos técnicos de TI para que eles não tenham que migrar para o mercado privado”, afirmou Menéndez.

A saída dos profissionais da universidade foi, inclusive, um dos pontos de pauta tratados pelo CGTIC com a secretária de Educação Superior (SESu) do Ministério da Educação, Denise Carvalho, que participou da reunião do Conselho no primeiro dia. A secretária da SESu destacou que hoje há muitos desafios com relação à tecnologia da informação e comunicação para os próximos meses e anos nas universidades federais.

“Não podemos deixar de ver a influência da TI no nosso dia a dia, no cotidiano das salas de aula, das secretarias, no funcionamento de todas as universidades, desde as aulas que utilizam tecnologia da informação, mas, também, no diploma digital, o acesso único aos cursos de graduação e a comunicação para trazer a sociedade para mais próximo de nossas universidades”, ressaltou a secretária.

Para Denise, o CGTIC será fundamental para aproximar a SESu das diferentes unidades do sistema universitário. “Há projetos que estão acontecendo na rede federal e que nos ajudam a gerir melhor o sistema e a conhecer melhor as demandas da ponta, ou seja, das universidades”, disse. Neste sentido, Andrés Menéndez reforçou essa percepção, ao afirmar que esta primeira reunião do CGTIC em 2023 foi muito exitosa “ao aproximar o CGTIC da SESu para mostrar as potencialidades do que estamos desenvolvendo e trazer também os nossos problemas, questões e perspectivas”, concluiu.

O CGTIC recebeu, também, Fabio Campelo, subsecretário de Tecnologia da Informação e Comunicação (STIC), o coordenador do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e de Administração das Instituições Federais de Ensino Superior (Forplad), Franklin Matos, a Secretária de Governo Digital (SGD), Loyane Tavares, o coordenador do Sistema Integrado de Administração de Serviços (Siads), Heles Junior, a coordenadora do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Gestão de Pessoas das IFES (Forgepe), Mirian Dantas, e a coordenadora do Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais (Cogecom), Maíra Bittencourt.

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