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Copropi recebe Capes e CNPq

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A ciência, inovação tecnológica e pesquisa vivem um novo momento no Brasil, mas ainda há desafios para seu desenvolvimento pleno, afirmaram os membros do Colégio de Pró-reitores de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação das IFES (Copropi), que se reuniram em Brasília nos dias 17 e 18 de abril, na sede da Andifes.

“Vivemos, ao longo dos últimos anos, um cenário de descrença na ciência e redução significativa do financiamento da pesquisa, da pós-graduação e da inovação [no Brasil]. Neste momento, temos um governo que já sinalizou com o aumento das bolsas e com o não contingenciamento dos recursos do FNDCT [Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico], para mostrar que vai investir na ciência como questão fundamental do desenvolvimento do país”, afirmou o coordenador nacional do Copropi, Flavio Demarco.

Para Demarco, as universidades federais contribuem de maneira muito significativa para o cenário da pesquisa e pós-graduação brasileiras. “É muito importante estarmos nesse momento discutindo com as agências [de fomento à pesquisa] o quanto as universidades públicas podem contribuir com esse processo de retomada da ciência, da pesquisa, da inovação e da pós-graduação no Brasil”, disse, ressaltando a participação da presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Mercedes Bustamante, do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ricardo Galvão, Marcia Barbosa, secretária de Políticas e Programas Estratégicos do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

As universidades federais brasileiras são o centro da produção científica do país, e têm importância na formação de recursos humanos, e a Capes preza muito a abertura da Andifes para a retomada do diálogo entre as instituições, afirmou Mercedes Bustamante. “Dentro dessa parceria estratégica, os pró-reitores de pesquisa e pós-graduação são elementos-chave, os atores principais da condução do sistema de pós-graduação no Brasil, então a Capes veio discutir quais as estratégias mais adequadas para a concessão de bolsas, de recursos de custeio, e quais são as demandas. É um momento de escuta, para entender quais são os desafios e como podemos colaborar para superá-los”, disse a presidente da Capes.

Já o presidente do CNPq, Ricardo Galvão, destacou a importância da interlocução com a Andifes e com os pró-reitores de pesquisa e inovação das universidades federais. “Ouvir pessoalmente as colocações, as dúvidas, e também as sugestões para melhorar o sistema do CNPq foi muito relevante, eu também consegui passar quais são as nossas principais preocupações. Foi muito boa a sugestão de maior distribuição de recursos para as universidades na Amazônia e espalhadas pelo interior do Brasil, com uma distribuição mais uniforme de todo o sistema científico brasileiro”, avaliou.

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